“MORES,”

  Hoje é dia de “TREND” girls e boys!!

Meias + Calçados

  Quem é dos ano’s 90 como eu lembra muito bem de como usávamos meias aparentes nos calçados, “genty” voltou!!! E eu estou achando um máximo…

No começo da temporada vimos em vários desfiles essa proposta explicita, inclusive Valentino na sua coleção Resort 2018 com a pegada desportiva deixou ainda mais claro a proposta desse combo super legal.

                                                                                                         (vogue)

 “Genty” não tenham medo de ousar nas ruas, apostem sim nas meias soquetes, meias de lurex ( que é “BAPHO” ), as transparentes sem esquecer da queridinha desse inverno a arrastão. E para quem acha que esse combo não pode ser usado pelas baixinhas estão muito enganadas… vocês podem arrasar apostando nas meias mais compridas com saltos mais grosseiros, assim não irá cortar a silhueta, mais sim deixar com o “shape” incrível.

 Vou mostras para vocês alguns street style:

 

                                                                                          (Pinterest/google)

Para quem quer aderir a essa tendência e ser um pouco mais discreta separei algumas imagens inspiradoras:

A dica é: Usar as peças da mesma cor;

Este slideshow necessita de JavaScript.

                                                                                                  (Pinterest/google)

E ai “genty”, vocês usariam esse trend?

   Deixe seu comentário no post, se usariam ou se já usou, vou adorar ler!!

“Estilo é uma maneira de dizer quem você é sem ter que falar nada”

                                                                                       RACHEL ZOE.

“MUAH”, Maria Lucilia!!

1498768301605

Maria Lucília tem 26 anos, consultora de vendas da Loja Modellito, estudante de Design de Moda, ariana “sinistra”, natural de Santa Catarina e completamente apaixonada por todo esse universo da moda!!

Insta: @mariallucilia@mariallucilia

E-mail: m.lluciliamodellito@gmail.com

Dicas de matérias, sugestões e críticas, escreva para ela. Ela vai adorar receber seu recadinho.

 

 

Anúncios

BRASIL, O PAÍS DO PRECONCEITO E DA TRANSFOBIA

BRASIL, O PAÍS DO PRECONCEITO E DA TRANSFOBIA

Mulheres transexuais convivem com o sofrimento diário provocado pelo profundo sentimento de inadequação, rejeição familiar, discriminações e dificuldades de inserção social. As pessoas transgêneros tem seus direitos negados e violados como cidadãs. A verdade é que a sociedade e o governo brasileiro são totalmente leigos e despreparados para discutir a transexualidade, para tratar o assunto, as pessoas simplesmente não entendem e não fazem nenhuma questão de entender nossa luta, entender quem somos, entenderem o sofrimento que a gente passa. O único direito que a gente tem é a nossa resistência, a nossa força de dizer: Existimos, resistimos e não vamos deixar de lutar pelo nosso espaço.
Somente neste ano 30 travestis e transexuais foram assassinadas no Brasil. ASSASSINADAS.
A crueldade e repercussão da morte de uma delas Dandara, gravada em vídeo que circula nas redes sociais que foi morta cruelmente a luz do dia por 4 homens a base da paulada e exterminada com tiros foi um verdadeiro massacre enquanto um outro lixo humano gravava, joga luz sobre o combate à transfobia. Em todo o país, grupos LGBT cobram do poder público a aprovação de projetos e políticas sociais que garantam os direitos dessa população marginalizada. O caso de Dandara também ganhou visibilidade internacional e atraiu para a periferia de Fortaleza equipes de TV e de jornais dos Estados Unidos e da Europa. A principal das lutas entre os militantes no Brasil é a criminalização e punição da transfobia e da homofobia, pois não existem leis para punir e deter esses monstros que se dizem gente e que se acham no direito de agredir e de matar seres humanos apenas pelo fato DE SEREM QUEM SÃO. Tudo isso é muito triste, mais precisa ser dito. A sociedade num geral precisa parar de nos apontar e nos crucificar. E isso vai desde das piadinhas sem graças que acontecem no carnaval como “Nesse carnaval não se engane” “carnaval está chegando… CUIDADO” essas piadas não tem graça nenhuma. E se você acha graça disso você contribui para o preconceito e o machismo. Além de sermos vítimas de piada, de deboche, de chacota, que infelizmente não é só no carnaval é o ano inteiro, o carnaval foi só um exemplo, nós não temos paz por exemplo pra
ir num mercado, numa padaria, numa loja porque sempre rola aqueles olhares e cochichos e a dúvida que ninguém faz questão de esconder “É homem ou é mulher?” E ficam te olhando, olhando e olhando… E o que era pra ser só mais uma ida ao mercado por exemplo se torna mais um pesadelo vivido de olhos abertos. O começo da transição é o mais difícil, pois é no começo que mais acontece isso, que mais somos vítimas de olhares e apontamentos. Definitivamente nós não temos paz. É como se fôssemos uma atração de circo em qualquer lugar que vamos E NÃO SOMOS. Queremos ser tratadas e poder viver nosso cotidiano como qualquer pessoa normal, sem ser centro de nada, sem ser apontada, sem comentáriozinhos, sem olhares.
Mas os meses vão passando, os anos passam… E muitas de nós nos tornamos “passáveis” que são as trans que ficam extremamente iguais fisicamente a mulheres cis (mulheres que já nasceram no sexo feminino) então o preconceito acaba diminuindo assustadoramente, os comentários, os olhares, as piadinhas… PUFF! Simplesmente somem!
E aí, muitas conseguem viver uma vida normal sem o julgamento abominável da sociedade. Mas e as que não conseguem se tornar “passáveis” as que são reconhecidas na sociedade como mulheres trans? O que fazem?! Não merecem vivem uma vida normal também? E as que conseguem se tornar passáveis, antes de se tornarem “aceitável” aos olhos da sociedade tem mesmo que enfrentar tudo isso? Passar por todo esse sofrimento? Nosso sofrimento já é tão grande, sofremos desde da nossa infância com o bullying na escola, com a falta de apoio e atenção a quem somos em casa e toda a confusão mental de não saber o que está acontecendo e não saber a quem pedir ajuda para se entender, se descobrir. O sofrimento continua na adolescência muitas vezes na escola, em casa, na vizinhança… E precisa mesmo durar até a vida adulta?! Precisamos morrer sendo torturadas a vida inteira pelas pessoas porque simplesmente não sabem respeitar as diferenças, não sabem respeitar quem somos. Pessoas essas que na grande maioria das vezes se dizem acreditar em Deus e esquecem de fazer jus um dos maiores mandamentos que ele nos deixou “Ame ao teu próximo como a ti mesmo.” Pedimos mais amor e menos dor. #PazParaViver

IMG_0901

Lavínia Alana tem 21 anos é dermopigmentadora de sobrancelhas, ariana, natural de Itajaí, Santa Catarina, tem se tornado uma ativista lutando pela visibilidade e direitos de pessoas transgênero.

Instagram.com/laviniaalana_

Facebook.com/laviniaalanaoficial

Coluna Da Nani: Apresentação

Oi meus amores,

Eu me chamo HELIDIANI MARIA DIAS ZIMMERMANN, muito comprido não é? Então eu sou a NANI, todo mundo tem uma Nani na família e eu serei a sua hehehe.

Tenho 33 anos, nasci na cidade de Balneário Camboriú mas moro em Navegantes a 19 anos, desses 19 a 13 anos fui mãe a primeira vez (ui que susto), sim com 20 anos fui mãe e entrei para essa brincadeira nada fácil mas divertida, não contente a exatos 1 ano e 9 meses fui mãe novamente, agora começa a diversão.

20170624_235959

Estou no segundo casamento e junto com ele vieram 2 enteados que amo como se fossem meus filhos, tanto que tenho tatuado no meu braço seus nomes, são mais velhos mas são meus, juntando tudo a família buscapé ficou grande.

IMG-20170617-WA0003

E nessa brincadeira toda chamada vida, ela vem sem instruções ou receitas e é sobre isso que vamos conversar.

Vamos falar de como é viver sendo uma mulher do século XXI mais ainda mãe de um aborrecente e de um bebê, nessa era de tecnologia ou da discórdia.

Entre altos e baixos, acertos e erros vamos trocar idéias, vocês me contam daí e eu conto daqui… e juntos vamos chegar a conclusão de que somos loucos mas felizes.

 Beijos e até semana que vem.

1498850348758

Helidiani Dias tem 33 anos moradora de Navegantes-SC, mãe de uma adolescente e um bebê, tendo um relacionamento sério a 7 anos e com 2 enteados mais velhos,  vem descobrindo a arte de ser multifuncional no ato de ser mãe e mulher.
http://www.instagram.com/helidianidias
http://www.facebook.com/helidiani Dias

Coluna da Maria: Apresentação

“MORES”!!!

Esse primeiro post é para falar do meu envolvimento com a moda e para que vocês me conheçam um pouco mais, vamos lá então “genty”……

Venho de uma família onde a matriarca (minha vó Maravilhosa) era costureira, e com isso cresci em meio a tecidos e botões. E em todas as brincadeiras quando criança dizia: Meu nome é Evelyn ( não sei por que queria ter esse nome “genty”, “a Loka”!!) , sou estilista e ponto. O tempo foi passando e acabei fazendo outras coisas, fui balconista inclusive de uma loja de tecido e que com isso ganhei mais experiência, e enfim fiz várias outras coisas.

 Mas a moda gritava muito forte dentro do meu coração, e com isso o universo deu conta de encontrar com uma pessoa super especial e cheia de generosidade, a estilista e empresaria Adriana Kreff ( minha “chefa” ), uma alma iluminada e que me proporciona inúmeras oportunidades de crescimento profissional ( e obvio com isso realização pessoal ).

Trabalho na Loja Modellito a 3 anos, e fui ao longo do tempo tendo o meu espaço e conhecendo muita gente que só me acrescentou conhecimento. Lá na Modellito sou: * Vitrinista, * Social mídia, * Personal, * Produtora para os ensaios externos da loja e com isso sou muito, mais muito feliz ( para vocês terem uma noção, meus amigos e família me chamam de Maria Modellito ). Além de atender as nossas clientes/amigas todos os dias.

 Ai “mores”… como eu iria esquecer de contar para vocês a minha relação com a nossa “MARAVIII” Raissa Arcanjo. Há conheci ano passado (2016) por ela fazer fotos e looks em eventos com as nossas produções, e assim começamos a ter uma certa amizade e uma ligação bem legal. E hoje sou super grata por esse espaço semanal para conversar e dividir com vocês várias novidades do universo na moda.

 “Genty”, espero que tenham gostado dessa novidade no Blog, e toda semana mais especifica nas quintas-feiras vamos falar de moda e tendência, até semana que vem com um conteúdo “massa”!!!

“MUAH”, Maria Lucilia!!

1498768301605

Maria Lucília tem 26 anos, consultora de vendas da Loja Modellito, estudante de Design de Moda, ariana “sinistra”, natural de Santa Catarina e completamente apaixonada por todo esse universo da moda!!

Insta: @mariallucilia@mariallucilia

E-mail: m.lluciliamodellito@gmail.com

Coluna Da Laví: Abra Sua Mente

ABRA SUA MENTE!

A luta pelo respeito é incansável, homens ainda precisam aprender que não somos um pedaço de carne suculento que eles estão loucos para devorar.
Que nós mulheres trans não estamos aqui para suprir seus prazeres sexuais e seus fetiches. Somos seres humanos, somos mulheres. QUEREMOS SER RESPEITADAS como tal, esse é o grande motivo da nossa luta, lutamos por respeito, por igualdade, pelo fim do assédio. E não vamos nos calar, lutaremos até quando e aonde for preciso!!! Não só os homens, como muitas mulheres precisam aprender a se desconstruirem do preconceito imposto pela sociedade com as mulheres transsexuais. A imagem que é vinculada as transsexuais é a prostituição, porque isso foi imposto na sociedade, que toda trans vive para dar prazer, que são escravas sexuais. E a luta é justamente para mostrar que isso é totalmente INACEITÁVEL. É equívoco! É ignorância.
A sociedade precisa entender que merecemos o devido respeito como qualquer outra mulher merece e que NÃO FICAREMOS CALADAS. Queremos o nosso espaço. Queremos deixar de ser rotuladas e apontadas. Existem muitas TRANS que ganham a vida dessa forma?
Sim, existem. Assim como existem muitas mulheres CIS (Mulheres que nasceram no gênero feminino) que ganham a vida dessa forma também. E porque só as trans são T O D A S vistas e rotuladas como garotas de programa?! Como objeto sexual?!
Eu definitivamente jamais julgaria uma mulher sendo ela cis ou trans por ter ESCOLHIDO OU NÃO ganhar seu sustento dessa forma. Porque se tem mulheres trans na rua tendo que vender o seu corpo para ter o que comer, ter o que vestir é porque muitas vezes não tiveram oportunidade de emprego, não tiveram apoio da família em casa, não tinham outra saída. Porque q sociedade está muito mais preocupada na aparência, em julgar do que em ajudar. As pessoas precisam aprender que nem todos somos iguais, mais todos somos humanos. Julgue menos, ajude mais.
O movimento feminista busca igualdade. Não buscamos POR EXEMPLO que as prostitutas sendo elas trans ou cis tenham carteira assinada… Buscamos que elas tenham oportunidade de sair dessa vida e consigam se sustentar e viver uma vida digna de uma forma mais justa, mais humana. Que o governo olhe por essas mulheres.
A luta só está começando e eu tenho orgulho de fazer parte disso. O machismo ainda é predominante no mundo, mas nós podemos mudar isso. Não aceite o assédio de homens sem noção que esquecem que por baixo da pele existe um ser humano, uma pessoa e não uma mercadoria que se compra.

IMG_0901

Instagram.com/laviniaalana_
Facebook.com/laviniaalanaoficial

Lavínia Alana tem 21 anos é dermopigmentadora de sobrancelhas, ariana, natural de Itajaí, Santa Catarina, tem se tornado uma ativista lutando pela visibilidade e direitos de pessoas transgênero.

STRETCH BOOTS: Schutz aposta na tendência!

STRETCH BOOTS

Marca aposta em modelos com cores vibrantes e pegada statement

Como uma grande novidade para o inverno, a Schutz apresenta sua coleção especial de stretch boots, modelo que dominou o street style e as passarelas internacionais nas últimas semanas de moda. Os novos modelos chegam em duas versões que são hit da temporada, a bota de cano médio e a over the knee, produzidas em material que permite a aderência na pele e flexibilidade de movimentos.

Como principal diferencial, a marca aposta em uma cartela de cores enxuta e vibrante, composta por azul, nos tons marinho e royal, vermelho e pink. Outra novidade é o shooting protagonizado pelas belas Pietra Bertolazzi e Vivi Orth, dupla de DJs que comandam o projeto Ella Beats, o ensaio está disponível no site da marca e traz também um guia repleto de dicas de styling para elaborar looks variados.

IMG_1606IMG_1607IMG_1608IMG_1609IMG_1610

Todos os produtos que compõem a special collection estão disponíveis exclusivamente no e-commerce da Schutz – http://www.schutz.com.br – que possui cobertura nacional.Schutz

 Já to louca pra me jogar nessa tendência e quero uma de cada. Quem ta junto? Heheheh

Beijinhos da Rai e até a próxima!

Coluna da Laví: Apresentação

 

IMG_0899

Oi gente, tudo bem com vocês?
Vou começar a primeira matéria da minha coluna aqui no blog da minha amiga linda Raissa agradecendo a ela pelo espaço e a oportunidade aqui no blog pra falar sobre um assunto que precisa tanto ser discutido, precisa ser visto. E é uma realidade da qual eu vivo. A transexualidade.
Um assunto ainda pouco falado sem muito espaço na mídia para ser discutido. Apesar que nos últimos tempos temos ganhado bastante visibilidade, mas ainda a muito a ser conquistado. Muito mesmo.
Vou me apresentar para vocês, eu me chamo Lavínia Alana, tenho 21 anos, natural de Itajaí – Santa Catarina e sou uma mulher transgênero. Isso quer dizer um dia eu fui uma lagarta e hoje sou uma borboletinha linda (rs)
Iniciei a minha transição a poucos meses e posso dizer que não é nada fácil, nem um pouco. Enfrentar família, sociedade, preconceito e os comentários ridículos de pessoas que não sabem um terço da tua luta realmente são tarefas difíceis, para pessoas corajosas, mas que de qualquer forma devem ser enfrentadas. Sabe porque? Porque ninguém vai ser feliz no seu lugar (ou melhor dizendo no meu lugar). Ninguém sabe a luta que você passa ou que uma pessoa transgênero passa por dentro. CALADA. Chega uma hora que é preciso viver, é preciso vencer os próprios medos, que é preciso colocar pra fora o nosso verdadeiro eu. O espelho pede para quem está aí dentro, reflita aqui fora.
Se eu estou feliz? Eu estou muito feliz. Eu me sinto cada dia mais realizada. E segura de mim mesma.
A minha luta agora é mostrar para as  pessoas, para a sociedade que nós somos seres humanos acima de qualquer coisa e que merecemos o devido respeito. É mostrar que somos muito mais do que pensam. E que apesar de tanta dificuldade que passamos na vida e principalmente no mercado de trabalho podemos sim ter uma vida digna e que não somos todas garotas de programas que ganham a vida com o corpo como muitos pensam, porque infelizmente hoje no Brasil as transexuais são vistas como objeto sexual. Esquecem que somos seres humanos, que temos sentimentos e queremos  amar e sermos amadas como qualquer outra mulher. Acham que apenas pelo fato de sermos trans, somos também prostitutas (E não é bem assim que a banda toca meu bem) Eu tenho muita admiração pelas irmãs transexuais que lutam na noite para conseguir seu ganha pão porque sei que não é nada fácil. E deixo aqui um esclarecimento, nem todas escolheram esse caminho, muitas não tiveram uma oportunidade, uma chance  para mostrar trabalho. Porque por exemplo… Você já viu alguma trans ou travesti trabalhando num escritório ou talvez até mesmo num supermercado? Dificilmente não é mesmo!?
Então encontram na prostituição uma saída, uma luz no fim do túnel. Luz que a sociedade não faz nenhuma questão de acender. Eu tive a sorte de ter uma profissão que me acolheu e me acolhe. Trabalho no ramo da beleza, onde nós somos mais bem acolhidas. E sou grata a Deus por isso. Então leitoras(es) do blog por hoje é isso… Mas todo mês vai ter matéria aqui no blog da Raissa pra vocês siiiiiim! Falando sobre esse assunto. Vocês podem mandar suas dúvidas e sugestões que serão super bem vindas. Um beijo da Laví e até a próxima.

IMG_0901

Lavínia Alana tem 21 anos é dermopigmentadora de sobrancelhas, ariana, natural de Itajaí, Santa Catarina, tem se tornado uma ativista lutando pela visibilidade e direitos de pessoas transgênero.

Instagram.com/laviniaalana_

Facebook.com/laviniaalanaoficial